domingo, 13 de maio de 2012

Fins de semana com menos cachorras rebolando

Ai tu chega na sexta-feira em casa fulo da vida.

Primeiramente por não ter estudado e ter de trabalhar sábado, e também por ter que trabalhar no sábado por não ter estudado.
Muitos, mas muitos jovens estão saindo pra balada, para o alcoolismo semanal, boates, danceterias, músicas eletrônicas, muita sorrelfa e socapa exalando de Novo Hamburgo à Porto Alegre, de Campinas à Itu, de feira de Santana à Salvador.



Fora das danceterias, boates, e motéis disfarçados com musicas eletronicas, existem outras pessoas que por eliminação não estão no agito. E é ai que eu me refiro: Porque nas sextas e sábados as rádios tocam musicas de balada, se as pessoas que vão pra balada não estão ouvindo rádio? Será que é complicado entender, que talvéz as pessoas que não saiam à noite, não gostam de sair à noite? Se vou ficar em casa, trabalhar no dia seguinte, gostando ou não da vida noturna, o que eu quero é não lembrar de dance, tunch-tun, cachorras rebolando até o chão, whisky com energético e derivados.

E quando te perguntam? Tu sai? Tu vai pra balada? Por que não? Tu é solteiro! Tu é novo!

Mas e tu que é inconveniente? Por que não te mata?

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Por um mundo com menos baladas, e mais madrugadas de poker com café, domingos de família sem ressaca e  com mais amigos ao invés de cachorras na boquinha da garrafa.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

"Tenho andado distraído."

...Vamos de novo.

Já perdi a conta de quantos rascunhos já fiz só para o post de hoje. Acho que passei a tarde assim. Na verdade, tô pensando sobre o que escrever desde que foi decidido que essa seria a minha responsabilidade às quintas feiras.
Ando com um certo déficit de concentração que não é normal. Desconcentrada em algumas coisas e concentrada em várias outras. O fato de eu nunca ter tido um blog "sério" antes também conta, mas é o de menos, questão de fase e costume.
Nós acabamos nos acostumando, com tudo e qualquer coisa. Falo no sentido de se conformar. Cansamos de questionar, ou, às vezes, nem chegamos a fazer isso. Acostumar-se pode ser o mais fácil a fazer ou pode ser a única opção.

O problema é que ainda não me acostumei, e por isso não paro de pensar, e por isso não consigo me concentrar, e por isso já mudei de assunto umas cinco vezes em quatro parágrafos... mas como eu disse, é só questão de fase e costume, uma fase desconcentrada que vai passar e eu vou me conformar, espero...

Porque nós acabamos nos acostumando, não é?
Me diz que sim.

terça-feira, 8 de maio de 2012

A vida não é tão ruim assim.


Comendo um mousse de maracujá, tomando cappuccino e escutando Pretinho Básico lembrei que as terças-feiras o blog é meu e que teria de postar palavras minhas.
Sem assunto para falar vou começar a escrever besteiras que normalmente penso, para ver se saí alguma coisa interessante, embora seja difícil se concentrar com os PB's falando eu vou me dedicar nos seguintes minutos para que não saia um assunto muito chato. 
Me peguei pensando agora de onde vem a fome das pessoas. Como que as pessoas sabem que tem fome, qual o comando que o cérebro/corpo/alma/mente/íntimo da pessoa usa para avisá-la de que ela está com fome.
Tudo bem que a ciência já provou isso, mas pense no ano 127a.C. Que essas respostas não existiam ainda, o que as pessoas imaginavam, não só co-relação a fome mas a tudo que envolvia o corpo humano. Será que eles achavam que os sonhos eram reais e que ficavam loucos por saber que uma pedra poderia dar lição de moral já que na sua cabeça isso acontecia, o  que será que eles pensavam quando viam que se você enterrasse sementes e colocá-se água em cima aquilo se desenvolveria em um determinado tempo, resultando em uma árvore. Como será que era viver sem Doritos, Coca-cola, ou sacolas plástica. Muitas dúvidas ainda existem perante a este assunto, e para sempre vão existir. Coisas inacreditáveis devem ter acontecido, mas como os viventes não dispunham da câmera fotográfica, ninguém poderá saber o que realmente eles faziam, alguém pode ter conseguido correr mais do que Bolt, mas sem as câmeras nada pede ser provado assim como alguém pode ter sido mais cruel do que Hitler, mas não havia uma legião de seguidores para que isso se propagasse.
Na minha pequena/grande mente fértil imagino como eram a higiene desses povos, mas isso é muito nojento então pula.
Napoleão, Cabral, Colombo e os Funkeiros são mais recentes, mas o que essas pessoas pensavam, o que se passava na intimidade dessas pessoas, o que levaria uma pessoa a errar tanto a rota marítima a ponto de chegar na América, sendo que queria chegar nas Índias, o que se passa nos pensamentos de pessoas que não sabem o que é fone de ouvido nem o que é música.
Como era a vida de Beethoven que poderia ter sido abortado pois todos seus outros irmãos eram portadores de algum tipo de deficiência.
Ou então que peso na consciência saber que profissionais formados fizeram o Titanic e amadores fizeram a Arca de Noé.
Após esses dez minutos que se passaram em que eu escrevia o texto acima fiquei com mais uma dúvida, será que a sua vida é tão ruim assim? Será que o fato de ter acabado seu creme preferido é motivo para você se desgraçar com anti-depressivos que podem te matar em um ou dois meses?Ou será que você prefere viver a vida a base de Pizza, Refrigerante e Iogurte e não se preocupar que essas coisas vão te engordar ou elevar seu nível de colesterol. Pense um pouco antes de desistir de uma viajem, pense um pouco antes de negar um pastel ou um suco de cajá, pois agora você pode desfrutar dessas coisas, e daqui a cem anos você poderá?

sábado, 5 de maio de 2012

Apresentação, egocentrismo e "eu nunca sei o que escrever no primeiro post".

Ao som de Beatles e com a última xícara de café do dia, cá estou eu escrevendo meu primeiro e aguardado post.

Primeiro texto é complicado, sempre há chance de a primeira impressão ser mesmo a que fica. Então, sejamos sinceros, apenas.
Jornalisticamente falando, só sei escrever sobre o que eu gosto. É inevitável. Sempre acabo ligando tudo a Bob Dylan, Neil Young, Ramones, Jack Kerouac, Andy Warhol, Stones, Beatles e café. Qualquer rock, qualquer blues, qualquer coisa dos 60s, 70s, qualquer coisa que envolva jornalismo e qualquer bebida com cafeína. É mais forte que eu.
Então, acostumem-se.

Fora isso, de vez em quando também escrevo umas histórias sem noção muito criativas, no estilo dos meus antigos blogs.
E fora tudo isso, eu ainda estou em contrato de experiência e recém é meu primeiro post.

E eu nunca sei o que escrever no primeiro post.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Os grandes amigos

    A morte. Um dia chegará infelizmente mas antes quero aproveitar tudo que a vida tem a me oferecer.

Coisas como acordar as quatro horas da manhã/madrugada, preparar um chimarrão e ir para a beira da praia assistir o nascer-do-sol, ou então assistir em uma madrugada "De volta para o futuro", "Poderoso Chefão" e "Como se fosse a primeira vez", ou até jogar uma longa partida de WAR. São coisas assim que as pessoas precisam para a vida, aproveitar cada momento e oportunidade de ser feliz.
     Não gastar seu precioso dinheiro com planos de celular se você tem a oportunidade de falar pessoalmente com quem você ama.
     Todas as vezes que rolamos de rir por causa de um tombo que o melhor amigo sofreu, mas nós rimos por que somos melhores amigos, rimos por diversão sem deixar de dar a mão para ajudá-lo a levantar, rimos pois é isso que verdadeiros amigos fazem, rir de besteiras, rir um do outro caracteriza uma amizade verdadeira, para os amigos certos não tem tempo, modo e nem lugar ruim, em certos casos até o fim de um relacionamento é motivo para piadas, e esse grupo de amigos continuará se encontrando, continuará caindo e levantando, rindo e chorando, amando e odiando, mas pequenas desavenças não acabarão com um verdadeiro e grande amor de anos e sim fortalecerá uma amizade que o destino colocou em suas vidas para que nunca esquecemos o valor de ter alguém com quem compartilhar as nossas vitórias e alguém em quem confiar e ficar entusiasmado para revê-la após um simples feriado e poder abraça-la como se não a visse a anos. e após trinta ou quarenta anos esse mesmo grupo de amigos estará rindo das mesmas coisas.
Estará rindo.
Dos mesmos tombos.